quinta-feira, 26 de maio de 2016

Preconceito com o uso da internet no trabalho acadêmico ou cuidado?

Ouvimos, não poucas vezes, durante nossa vida escolar e acadêmica que não devemos confiar na Wikipédia como fonte de pesquisa. Mas será que as pessoas que nos disseram isso sabem como funciona a dinâmica da Wikipédia?

Professores universitários asseguram que a melhor fonte de pesquisas acadêmicas é o banco de dados do SciELO. De fato, essa plataforma é muito boa para publicações científicas. Os artigos que ali se encontram foram produzidos por pessoas que estão nas universidades.

Na Wikipédia, qualquer pessoa pode editar os verbetes, criar verbetes novos, vincular verbetes que elas julguem se tratar de assuntos semelhantes. Das pessoas que editam a Wikipédia sempre é cobrado que coloquem referências das informações que disponibilizam e justifiquem suas edições.

Tirando o fato de que a Wikipédia se organiza em verbetes e o SciELO em artigos, qual a diferença?
O diploma vai garantir que os cientistas que publicam no SciELO nunca errem? A falta do diploma impede que os editores da Wikipédia tenham conhecimento sobre o assunto que editam?

A questão é, no nosso cotidiano acreditamos em tudo o que nos dizem? Não seria saudável procurar as fontes das informações? Por que com publicações científicas deveríamos confiar na palavra dos autores?

O vídeo abaixo trata do surgimento de boatos e teorias conspiratórias, certamente, se em vez de calcados em crenças de autoridade e preconceitos, analisássemos as informações que chegam até nós com uma busca ativa das fontes não cairíamos em tantos boatos da internet.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Como resolver o descompasso entre o discurso e a ação?

Essa é uma pergunta sem resposta.
Podemos esperar que as pessoas tenham consciência e não discursem sobre o que não têm condições de fazer.
Podemos esperar que as pessoas se disponham a fazer o que discursam sobre.

Parece que as instituições precisam ser reinventadas, ter foco na coletividade, no afeto quando percebemos os discursos. Mas se observarmos as práticas, percebemos que o estímulo é para a individualidade, competitividade. Como mudar?


sexta-feira, 20 de maio de 2016

Só tem gás...

Tanto se fala sobre autonomia, sobre compreender a realidade do estudante... Pouco se pratica...


sexta-feira, 13 de maio de 2016

Falar é fôlego

   Todas as aulas, a professora x, cujo tema de aula era sobre o uso de diferentes linguagens na educação, discursava incessantemente sobre o quanto era importante ao menos conhecermos as diferentes tecnologias que poderíamos lançar mão em nossas práticas.
   Um dia, os estudantes propuseram que além de falar, ela exemplificasse com uma aula "diferente".  A professora aparentemente se animou e, na aula seguinte, separou data show, computador e pen drive. Os estudantes esperaram ansiosos a montagem da parafernalha.
   Finalmente - depois de 20 minutos de montagem e ligação dos aparelhos e ajuda de 4 estudantes - começou a aula.  Falava sobre as mesmas coisas, e o centro ainda era seu discurso, mas enquanto falava mostrava slides onde o que ela dizia estava escrito.

   Curioso como a professora que tanto falava, tinha tão pouca criatividade no uso de tais tecnologias para dar aula.  O que falar disso?

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Por que Crystal Gems?


Nós somos as Crystal Gems
Nós sempre salvamos o dia
Não pense que não podemos!
Abaixo a covardia!
E é por isso que todo mundo sempre
Acredita
Na Garnet
Na Ametista
Na Pérola
E no Steven!


Nós gostamos de ter as Crystal Gems como nossos exemplos porque elas são diversas, diferentes, singulares. FODAS, né!?
Nos episódios de Steven Universo aprendemos muitas coisas sobre o amor, a vida, o universo e tudo mais! xD
Vale a pena assistir e desmistificar essa história de que "desenho animado é coisa de criança, e crianças são seres """"menores"""" que adultos".  Crianças são geniais, apenas aceite isso!

Não pense que não podemos! Abaixo a covardia!!!

Não devemos nos acovardar diante das estruturas! ;)